domingo, 18 de setembro de 2016

E quando mais um manuscrito é encontrado...

Entre inanimados, um cheio de vida, amassado e em duas partes dobrado, caro amigo Diego não tive a sorte de continuar no teu caminho mas cruzamos e com tantas desavenças que ocupavam nosso cotidiano naquela época, pode hoje lembrar me tive sim o prazer da sua tão efêmera amizade, onde estiver, que esteja em PAZ!


E se mesmo me lembro caro amigo me pediste para ouvir uma música... Ouça.

domingo, 11 de setembro de 2016

Viagem Interior



De onde partirá a guia
Do caminho que nem sei se vou seguir
A coragem que me aguarda
O medo que nem sei se quero abandonar
A pessoa que nem sei se quero perdoar
O momento que nem sei se existe para esquecer
Tantos me dizem o que fazer
E eu nem mesmo sei o que me dizer
Não quero viver de sonhos prontos
Nem queria ter que fugir de novo
Dentro de mim é longe de mais
Nem pude ver tudo
E nem quero ver mais
Nem pude conhecer tudo
Nem sei se quero conhecer mais
Peço toda a hora para voltar
Mas é parece muito difícil se ouvir
Quando somos feitos para seguir um padrão
Não sou feliz sendo quem sou
Nem feliz dizendo que não.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Te amo (...)



Nem que eu que queira
O mar mova-se
Sem mover-se o eu “mova-se”
Seu mesmo mover-se
O meu eu te deixaria
De querer-te
E porque você teima, de tão linda
Sedutora insana, dúbia de sentimentos
Você não ama
Você engana e sem enganar todo minuto
Se a Deus é sincera seja o sempre
E em mim sofro o sempre, sozinha
E você será sempre minha sozinha
Deusa de meu sonho mais profundo
Linda eterna que me chamou viva e alegre
Te amo como o sempre e claro
Te amo como o espero e a acalmo
Te amo.