Como amanhecer e esquecer
De fatos e atos pouco a pouco desfalecer
E o ser empático a idiossincrasia tola do meu ser
Descontrolado em buscar o azul
Como não chorar quantas vezes arde o olho
Pelo intempestivo querer viver
Como não olhar o final de tarde
Vazio e perturbador
Como desacreditar das pessoas
Se a pouco personagem fui
Do teatro da vida
E as máscaras não tão fortes coladas consegui arrancar
Fênix e não mais refém do olhar
Comportamentos banhados, sim! Mergulhei!
De tantas falhas, de certo, não esquecerei
Há tanto tempo esperei por mim
E muito, muito, quero ver-me assim.
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